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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Profissão: Humano

Ser ou Não Ser? Ser!

Eu sei... está meio fora de moda. Sei também que muitas Empresas não se importam com o grau de humanidade de seus colaboradores e o que importa mesmo para a maioria delas são os resultados que estes 'recursos' são capazes de trazer.

Mesmo que SER esteja em baixa no mercado, penso que ainda vale muito a pena e sugiro que tentemos ao menos. Neste caso, é interessante e perfeitamente possível fazer a oportunidade.

Surpreendentemente, durante uma entrevista de emprego, foi me dito que aquela Empresa não estava interessada exclusivamente na experiência que o candidato trazia. Para a ocasião, era um quesito muito importante, mas não determinante. O entrevistador disse que estava à procura de profissionais que tivessem ativamente e de livre vontade na vida, um tripé, a saber: a fidelidade, o compromisso e a proatividade. Disse que procurava gente e não máquinas...

Meu queixo caiu!... Fiquei nitidamente surpresa com a colocação dele e acabei dizendo a seguinte frase espontaneamente: "Sem pretensão, estes também são conceitos e atitudes que defendo e que procuro viver, tanto no profissional, quanto no pessoal!" Depois, tive que conter a vontade de pôr a mão na boca, como quem diria: "Ops!.. Pensei alto demais!" Por fim, sorri, e ele sorriu também.

Me pareceu verdade, pois foi o que recebi dos funcionários que encontrei lá dentro. O ar era leve, embora eu já tivesse conhecimento da pressão que existe em um Escritório Contábil, com datas diversas sempre iminentes  e legislação com suas constantes atualizações, e ainda mais quando o foco é Assessoria Tributária! Durante minha procura por recolocação, em dois meses, foi a primeira Empresa que me abordou desta forma. Geralmente costumam perguntar aonde estudei e o que sei fazer da rotina contábil. Infelizmente, o que somos raramente é considerado na conversa. Penso que há muito mais do candidato além do que os testes dizem e que deveria ser tratado com mais interesse nas entrevistas.

A questão insiste: Os colaboradores estão mecanizados, ávidos pela ascensão e poder a qualquer custo e esquecem do lado humano ou são as Empresas que estimulam tal comportamento? Neste interim, sou levada a crer que a questão da competitividade tem sido mal interpretada e mal aplicada pelos dois lados na maioria das ocasiões...

Quanto a mim, prefiro continuar empreendendo em SER. Somos levados a TER infinitamente mais o que oferecer quando buscamos primeiramente SER.

Prossigo aprendendo e compartilhando, aqui e ali, onde a oportunidade for feita ou estiver. 


Abraço apertado!
Sucesso por mérito a todos!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A Arte de Facilitar o Caminho


Interessantíssimo...Descobri que a Bíblia ensina até mesmo sobre comportamento no ambiente corporativo. Indico a leitura da adaptação do texto de Israel
 B. Azevedo abaixo.
Bom proveito! 


"Ai de vós, doutores da lei, porque retivestes a chave do conhecimento; vós mesmos não entrastes e impedistes os que desejavam entrar." (Lucas 11:52)

"Recém-chegado à universidade, o jovem professor recebeu uma tarefa: a de revisar as teses dos mestrandos.

Logo, o professor percebeu que os erros eram os mesmos e decidiu elaborar um manual para ajudar os pesquisadores em seus trabalhos. 

Foi apoiado por outros colegas.

Empolgado, encerrado o texto do guia que preparou, foi procurar o coordenador do programa. O professor chefe rejeitou a sugestão, de pronto: "Eu cheguei aonde cheguei sem um manual deste. Cada um tem que aprender sozinho a como fazer suas pesquisas!"

Felizmente, o jovem professor não aceitou a derrota. Melhorou seu guia e o transformou num livro, que acabou adotado em várias universidades, mesmo naquele curso.

Moral da história:

A atitude do velho professor é típica de muitas pessoas, em todas as áreas da vida, sobretudo no campo profissional.

Há muitas pessoas que não pegam as outras pela mão para que subam e cresçam. Achando-se sábias, não querem ser ameaçadas em sua imaginada sabedoria e acabam presas nela.

Tais pessoas se esquecem que a generosidade é um dos princípios do sucesso.

Sempre que pudermos, devemos dar oportunidade aos outros. 
Todos vamos crescer!"



É isso, gente. Se você já está estabilizado na sua carreira, observe à sua volta, identifique alguém que tenha perfil de discípulo. Tenha coragem de tomá-lo pela mão e fazer dele um profissional de sucesso como você!

Um mega desafio para nós, que vivemos em meio a uma sociedade egoísta, cujo lema é 'Cada Um Por Si'. 

A competitividade no ambiente corporativo não pode nos desumanizar. Ajudar, ensinar, compartilhar é uma tarefa de gente, de gente profissional.

Estenda a mão! Compartilhe conhecimento!
Uma excelente oportunidade de fazer a diferença!

Sucesso por mérito a todos!




quarta-feira, 20 de abril de 2016

Seu Sucesso Depende de Você!

Você Está Preparado Para Quando o Melhor Chegar?

Já ouviu alguém reclamando de que não consegue chegar a lugar algum? Ah... não me diga que você é um desses? Bom, já ficou tempo demais no mesmo lugar, certo? Então, chega. Passou da hora de seguir em frente.

Vamos lá. Convoque sua honestidade e franqueza para uma reunião. Quando tiver certeza de que elas estão a postos, faça algumas reflexões sobre você mesmo. Para melhor visualização, escreva tudo no papel. Depois, vista um traje executivo. Agora você é um avaliador. Leve a sério e entreviste-se. Seja rigoroso nas perguntas que fará, para exigir o máximo de consistência e profundidade em suas respostas. Mude o tom de voz quando estiver fazendo o papel do avaliador; fale com firmeza, quase seco. Seja você no tom de voz nos momentos de dar respostas. Se fizer isso com a seriedade que a situação exige, sairá desta 'reunião' se vendo com outros olhos e de posse das mudanças que precisam ser implantadas internamente, bem como de sua autoimagem.

O avaliador questionou seus conhecimentos. Você percebeu que está aquém. Não é necessário dizer que precisa investir nisso, certo? Mas, está aí.. falei. Não tem tempo para estar numa sala de aulas? Use a internet. Discipline-se. Crie horários. É muito provável que a madrugada seja sua companheira por algum tempo. Sim, é difícil, mas o sacrifício valerá a pena. Se você não tem um sonho, um alvo, volte às lembranças da 'reunião' e tente descobrir onde quer chegar. Alice não sabia para aonde queria ir e ouviu do gato: "Pra quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve". Se você não definir o que deseja, ninguém, nem mesmo você, poderá levá-lo a lugar algum. Voltará sempre à estaca zero. Mas, se você já sabe e confirmou isso na reunião, mire o alvo e persiga-o até alcança-lo! Só depende de você. Esqueça essa desculpa que muitos dão de que 'meu pai não me deu a oportunidade na hora certa!', ou 'minha mãe me obrigava a trabalhar!', ou ainda, 'não tenho dinheiro.', entre tantas outras! Isso pode ser uma realidade, mas essa realidade não precisa e não pode mante-lo preso, estagnado! Como diz meu estimado MARQUES, J.R., "Tira a bunda do sofá e vá à luta"! Liberte-se de você mesmo, se for o caso!

Definido seu alvo, esqueça presentinhos e lazer por algum tempo que você mesmo vai determinar. Invista recursos, parte de sua renda nos estudos. Se não tem como, não há problemas em começar por cursinhos básicos e gratuitos, porém, lembre-se do seu alvo. Isso deve ser apenas temporário. Ao conseguir uma melhor colocação, não aumente os gastos no seu orçamento familiar. Invista a diferença em cursos melhores, mais exigentes, de Instituições bem conceituadas e com certificados reconhecidos, invista em Graduação, em Especializações.

Quando estiver bem preparado, na próxima entrevista real, venda seu perfil profissional com segurança. Veja bem, não é vender-se como pessoa, mas como profissional. Lembre-se que precisamos continuar sendo gente, sendo humano. Se não esquecer deste detalhe crucial, isso será agregado ao seu profissional. Pode acreditar. Na entrevista, diga tudo o que você é capaz de realizar como parte integrante desta Empresa. Fale com entusiasmo do seu trajeto de vida, com foco no desenvolvimento profissional e onde você deseja chegar. Fale com firmeza, seja claro e objetivo. Com humildade, diga a eles que você é a pessoa que eles estão procurando!

Eu quero ouvir falar de você e do seu sucesso pleno! Combinado?
Prepare-se! O melhor está às portas!

Sucesso por mérito a todos!



sexta-feira, 1 de abril de 2016

Como Elogios Externados em Ocasiões Mal Escolhidas Podem Detonar Seu Colega de Trabalho

Vai Me Dizer Que Agora Nem Elogiar Eu Posso Mais?


É doído, mas é verdade. Isso de fato pode acontecer.
Acredite, até mesmo o elogio precisa ser feito de forma cautelosa. É preciso escolher muito bem o momento para tecer elogios diante do seu superior a respeito daquele colega de trabalho de quem você tanto gosta. É muito importante ter opinião própria sim, mas tanto neste, como em outros casos, o bom senso precisa prevalecer. É preciso lançar mão da sensibilidade e profissionalismo para saber a hora certa de falar... ou calar.

Nosso exemplo é o seguinte:

O clima no ambiente de trabalho não está bom. Dentre outros problemas, existem intrigas, inimizades disfarçadas por sorrisos e brincadeiras na presença das autoridades do setor. O colega mais esperto, e me refiro à habilidade maliciosa, fala mal dos seus coleguinhas. É a vítima do departamento. Acha que todos levam tudo para o campo pessoal e querem vê-lo longe dali, por isso ele chora as mágoas, inclusive no ouvido dos colegas e superiores de outros departamentos. Escolhe e forma estrategicamente seu rol de 'amizades'. Certo. Você está saturado dessa situação, pois quando o esperto não está, todo mundo reclama do seu comportamento.

Nessas situações, é necessário analisar bem e criteriosamente seu ambiente de trabalho para tomar a decisão certa. Pode ser que seja hora de sair deste emprego e ir em busca de outras experiências. Particularmente, não acho ético procurar outro emprego sem que seus superiores saibam que esta é a sua vontade. Costumo jogar limpo, às claras. Dessa forma, não é preciso mentir, dizendo, por exemplo, que vai ao médico, quando na verdade, você vai à uma entrevista de trabalho e, em contrapartida, seu superior terá tempo hábil de contratar outra pessoa, de forma que você possa treiná-la antes de sair. Se você está saindo bem da empresa, não verá  problemas em agir assim. Se não está saindo bem, seja gente. Ao contrário do que pregam, não é preciso e não te faz melhor, pagar o mal que a empresa pode estar fazendo, com um mau comportamento.

Mas então, você decide conversar com seu superior, na esperança de que a situação melhore... Sinceramente, tem que estar muito convencido de que essa é a melhor coisa a fazer.

Você vai, diz com clareza sua percepção de tudo o que está acontecendo, do comportamento ruim e das reclamações, dos demais problemas, fala da má distribuição de tarefas, e que isso o tem deixado ocioso muitas vezes, assim como aos outros colegas, fala do absenteísmo se disseminando no ambiente, mas você também decide falar que existem pessoas ali que não são líderes oficialmente, mas agem como se fossem por causa do nível acima do seu e que isso tem sido bom, uma vez que existe uma distância entre a equipe e seus superiores e essas pessoas acabam suprindo tal lacuna muitas vezes. Você as identifica, dizendo que eles têm tentando manter a ordem, fazendo inclusive esforço para ocupa-los quando faltam tarefas, dividindo as de menor responsabilidade e ensinando outras, diz que eles apaziguam conflitos, mesmo sabendo que as reclamações são fundadas, têm de fato razão de ser.

Eis a consistência do problema: É difícil saber como seu superior vai receber tudo isso, e são muitas as possibilidades. Ele pode pensar que você está promovendo alguém em detrimento de outro, por exemplo, inclusive desejando se beneficiar de alguma forma. Isso é uma atitude muito comum no ambiente corporativo, e sua boa intenção pode ser confundida com essa má atitude. Por isso é necessário pensar se é o momento certo de elogiar alguém, mesmo que despretensiosamente.

É, parece coisa de outro mundo. Dá vontade de dizer que isso não acontece, mas sim, acontece. Um elogio colocado na hora indevida pode resultar inclusive na dispensa do seu estimado colega. Sua intenção foi e é muito boa, mas a hora de executar também precisa ser a melhor.

Não pode se conter? Diga para seu colega, diretamente, o que pensa a seu respeito. Afinal, é sempre bom ouvir um elogio sincero, saber que estamos fazendo bem para quem nos cerca. Quando estiver seguro de que é o melhor momento, fale com seu superior das boas práticas daquele colega.

Abraço apertado!
Sucesso por mérito a todos!

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ser Você, Ser Gente.. Topa o Desafio?

A caminhada profissional é muito interessante, e neste percurso vivenciamos diversas situações que nos moldam em pontos de vista, maneira de pensar, comportamentos e atitudes. Uma das melhores conquistas é descobrir que não precisamos agradar sempre. Há os que entendem logo essa questão, há os que demoram mais, e ainda, os que nunca entenderão. Contudo, é possível afirmar que esse ainda é um dos principais problemas enfrentados pela maioria dos que estão inseridos no mercado de trabalho. Certamente, a maioria já ouviu a expressão "engolir sapos", se já não o fez. O desafio consiste em encontrar o equilíbrio entre abaixar a cabeça e por abaixo sua dignidade. Sei que não é fácil encontrar um bom emprego e, na atual conjuntura, não está fácil manter-se nele.

Encontramos um universo de personalidades no ambiente de trabalho. É muito complicado lidar com tanta gente diferente em tantos aspectos, mas precisamos faze-lo e da melhor forma possível, tentando não perder a sobriedade, a sensatez, a educação, a gentileza, a humanidade. Entretanto, um dos erros mais recorrentes é ignorar quem chega, talvez por medo que o recém tome o espaço de alguém que você gosta muito - ou o seu mesmo. Definitivamente, isso não é legal. Outra atitude ruim é aceitar a opinião de alguém que você considera muito e agir com o recém de acordo com a presunção do outro. Por que não tirar suas próprias conclusões, conhecendo e se permitindo conhecer? Pode ser inclusive que você e o recém-chegado elaborem algo extraordinário juntos que impulsione a carreira. Por que não andar com suas próprias pernas? Se ao longo do percurso perceber que com aquela pessoa você deve ter um comportamento estritamente profissional, assim faça, contando que seja por posicionamento próprio. Não há problema algum em ouvir opiniões, mas acredite, você também é capaz de fazer esse tipo de análise! 
Vejamos alguns exemplos que podem ocorrer:
Você já tem bastante tempo de Empresa e está muito cômodo com sua equipe, que ainda é a mesma e formada por pessoas com as quais você mantém contato fora do ambiente profissional antes dali. Chegou um novo colaborador. Ele parece ser tímido, fala pouco, mas é educado, sorri gentil e discretamente, responde quando questionado, interage quando percebe a necessidade, explica o solicitado. Entrega o trabalho sempre antes do programado e com excelência. Chamado perfil técnico. Foi convidado a fazer parte do grupo no whatsapp, mas não é de ficar brincando e mandando mensagens no horário de trabalho. Não é da mesma religião que a maioria. Tem conceitos e valores que, em alguns pontos, divergem dos que o grupo/equipe arvora. Não gosta de ficar na roda no horário de almoço falando mal da empresa. Tem outros planos e mostra que deseja se desenvolver. Por causa destes posicionamentos, foi excluído do grupo da equipe e chamado de 'bajulador', antissocial e coisas do tipo. Pensemos numa exclusão sarcástica: outro grupo foi criado onde rolam as conversas, até que o excluído saísse por decisão própria do grupo que foi abandonado.
Outro caso. Outro novo colaborador. Entrou na equipe com classificação iniciante, mas já quer mandar em tudo e em todos. O tempo passa e o não mais recém age como Mr. Google, com resposta pra tudo, e como quem (pensa que) está sempre com razão. Sorri e elogia exageradamente seus superiores quando está diante deles. Quando estes não estão presentes, expressa veementemente sua oposição em relação às ações e atitudes da chefia, põe em xeque suas competências, diz que o conhecimento destes não é equiparado aos cargos que ocupam e destrata seus colegas, tentando impor sua superioridade imaginária. Depois de mais algum tempo, espalha para os quatro ventos que organizou todo o ambiente e enfatiza quão penoso foi o trabalho, pelo alto nível de desorganização que encontrou quando chegou. Se alguém se opõe, vira assunto de suas falácias. Interessante é que, a este perfil, a maioria se submete por medo do 'barraco' e da influência que exerce sobre os que não têm opinião própria, mas que formam a massa. É bem sabido que a maior parte da população é facilmente influenciada, certo? É intrigante ver que, perfil como deste novo colaborador exemplo faz amizade (?) muito fácil e como é muito 'alto astral', está sempre nas rodas e festividades como principal atração.
Que o ser humano tem necessidade de aceitação no ambiente onde está inserido, não é novidade pra ninguém, e isto independe do comportamento, visto que uns impõem, enquanto outros conquistam seu lugar. Não é interessante agir como quem não sabe disso, uma vez que essa necessidade é real. Como infelizmente são poucos os que prestam atenção nestas questões, as exclusões acabam acontecendo com muita frequência, de forma grosseira e egoísta, qualquer que seja o contexto. Os dois personagens fictícios citados têm direito de lutar pelo seu espaço e utilizam as ferramentas que possuem. Sabemos, entretanto, que será preciso lidar com cada um de forma diferenciada, com limites diferenciados indicados para cada caso, cada personalidade. Isso exige humanidade e sutileza, de forma que nenhum dos envolvidos se sinta menosprezado ou seja prejudicado. Não é uma tarefa fácil, mas quando agimos como gente, podemos encontrar esse equilíbrio. É provável que em alguns casos não vamos conseguir evitar os atritos, mas nossas ações serão primeiramente humanas, e então, de profissionais excelentes.
Se você se posicionou respeitosamente em alguma situação semelhante ao que foi citado ou em qualquer outra, e perdeu seu posto de trabalho por isso, paciência. Saiba que a gente não perde nada por dizer a verdade na hora certa e ter opinião própria, mas saiba também que não é fraqueza abrir mão da sua opinião se os argumentos apresentados, contrários ou diferentes, tiverem fundamentos. Por outro lado, uma carreira construída sobre mentiras e degraus formados por gente destruída por atitudes indevidas, egoístas ou impensadas, nunca será plena, porque nós somos gente, mesmo que no mais profundo ser.
É preciso tratar colegas e colaboradores como gostaríamos de ser tratados. Nós, a qualquer momento, podemos ser convidados pela vida a recomeçar, e será muito bom ter gente lá pra nos ajudar. 
Sucesso por mérito a todos!